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Nunca deixe que o amor Escorra pelo ralo da dor Nem que a saudade fira Sempre a alegria prefira Nunca deixe teu olhar Nas lágrimas en...
terça-feira, 3 de maio de 2011
Estela deixa solano e ele desesperado vai atrás de sua amanda
Pra mim, essa cena sempre simbolizou tudo isso, era como uma síntese dos sentimentos de Solano ao longo da história, ate o ponto em q ele não resiste mais e corre para o grande amor de sua vida, deixando toda a confusão mental pra trás. Por essa razão, eu preferia q essa cena nunca tivesse feito parte da novela, pq não traduz exatamente aquele momento q ele tava vivendo, mas tudo o q se passou em seu coração ate chegar aquele momento. Pq, pra mim, quando Solano lê a carta e sai correndo em desespero atras de Estela, ele tem plena certeza do que quer. Acho q ele foi percebendo isso desde q ela volta pra estancia e os dois vão de reaproximando. Qdo rejeita Manu e em seguida observa Estela com um sorriso nos lábios, em minha opinião, Solano já sabe q e com ela q quer passar o resto de seus dias. E dai por diante todas as suas atitudes demonstram isso. O namoro na cachoeira, o carinho com o qual a trata, a afirmação de q esta feliz por Manu ter encontrado alguém como Rudy, o q tira uma culpa imensa de seus ombros já q e de alguém como ele mesmo q Manu esta precisando, tudo em suas atitudes demonstra q ele já aceita o amor por Estela. Inclusive, depois do beijo na cachoeira, Solano chega a ensaiar uma conversa com ela qdo Estela o interrompe dizendo q ele não precisa falar nada, ao q ele responde com um sorriso terno e mais beijos. Acho q ali, Solano queria enfim admitir seu amor, e entendeu q Estela não precisava mais ouvir nada, q estava bem levando a relação deles daquele jeitinho, numa reaproximacao paulatina. Qdo na realidade Estela só não queria pressiona-lo a explicar o q pra ela não tinha explicação, pq ela já não acreditava q ele pudesse ama-la.
Portanto, pra mim, a cena do rio peca e muito em falta de continuidade. Ao ler a carta, fica claro q Solano já não tinha mais qualquer duvida. Prefiro continuar vendo a cena como uma síntese da relação deles, e q a colocaram na integra como um símbolo mesmo de tudo o q passaram, mas q so o final, qdo ele corre pra seu amor, foi o momento de reencontro dos dois. Ele a encontra no rio, e corre pra ela de coração aberto. Pra mim, assim foi o reencontro de Solano e Estela. ALE
Final Araguaia :: Cenas Solano & Estela :: Parte 1
Eu aprendi...
que ignorar os fatos não os altera,
que o amor e não o tempo,que cura todas as feridas
que ninguém é perfeito até que vc se apaixona por essa pessoa.
que a vida é dura,mas eu sou mais ainda.
que não posso escolher o que sinto,
mas posso escolher o que fazer a respeito.
que todos querem viver na montanha,mas a felicidade e crescimento ocorre qdo vc está escalando.
que qto menos tempo tenho,mais coisas consigo fazer.
a discoberta
mostra bem o quanto ele enganava a si próprio a respeito de quem verdadeiramente amava, e qual a razão de todo aquele sofrimento. Ele “mentiu tão bem que acabou acreditando” ser a Manu a mulher de sua vida, e ser por ela toda a sua dor.
Interessante que Solano passa a novela inteira tentando resistir a seus sentimentos por Estela, e tendo recaída atras de recaída. Mas ele e teimoso, mesmo quando esta com ela, namorando, continua procurando fugir, idealizando q ama outra. Um amor todo bonitinho, todo purinho, sem culpa, sem a sensação constante de estar traindo a memória de seu pai. Quando descobre então o mistério envolvendo a moca, aquilo cai como uma sentença em cima dele, um impedimento moral maior do que pode suportar, e aumenta ainda mais o bloqueio que Solano impõe ao amor por sua madrasta.O mais lindo de tudo isso e que o amor dos dois mostra-se tão forte que, no fim, nem a maldição, nem as origens de Estela, nem o fato de ter sido casada com o pai de Solano, e a participação q teve em sua morte, nada disso e capaz de vencer e apagar esse sentimento. Solano vai dia após dia se libertando de seus preconceitos, de suas duvidas, de sua condenação moral ao amor pela india BECA
ARAGUAIA - Solano desmascara Estela
Não meça meus sentimentos,
Nem tente compara-los a nada.
Deles sei eu
Eu e meus fantasmas
Eu e meus medos
Eu e minha alma
Sua incerteza me fere,
mas não me mata.
Suas palavras me açoitam,
Mas não deixa cicatrizes.
MAR
Araguaia 04/01/2011 - Solano discute com Estela
O Solano ainda muito ferido, não sei se pela descoberta da origem da Estela ou se pela constatação de que, não obstante esta descoberta, não consegue se livrar do sentimento arrebatador e "proibido" que tem por ela, fica desnorteado só de ver a bela karuê se aproximando altiva, segura e deslumbrante com seu traje de gala karuê. A cidade inteira foi mal agradecida com a Estela, que tanto os ajudou na construção e na venda da safra. Estela se aproxima e Solano, extravasando a raiva que sente de si mesmo por não conseguir afastar Estrela do seu pensamento e da lembrança do seu corpo, parte para o ataque, querendo puni-la por algo que ele mesmo não controla. Mal agradecido, ele pergunta agressivamente o que ela foi fazer na festa, chamando-a de "índia karuê", achando que isso a faria se sentir diminuída; aí a Estela deu o segundo baile, retrucando, segura e senhora de si: "índia,sim, karuê, sim; eu tenho orgulho da minha raça, da minha tribo, Solano Rangel" ( e nós, soles, temos orgulho de você, Estrela!) E como sabe bailar esta índia, viu? O primeiro baile foi quando ela não se deixou envolver pela conversinha "apaziguadora" da Manuela, que somente naquele momento reconheceu a ajuda da Estela, coisa que deveria ter feito antes do dia da festa, não é? Pois bem, voltemos para o segundo baile: O Solano joga na cara que a Tribo da Estela matou o pai dele e outros da sua família e pergunta o que ela queria (soles, fala sério, será que o gaúcho não sabia que ela queria o mesmo que ele também queria, mas escondia de si mesmo?) e aí ela responde como senhora e possuidora do amor daquele homem, de forma contundente, segura e confiante: "você sabe o que eu quero, branco, eu quero você!" O Solano faz aquele olhar "me leve que eu estou em promoção" (kkk), a Estela dá um risinho tipo Mona Lisa, dá as costas e uma volta cheia de charme para fulminar: "Eu quero e eu vou ter você aqui (ela bate na própria palma da mão), gaúcho". Soles, ela não sabia que ele já estava na mão, nos pés, no fígado, no pâncreas, no coração, nas artérias, enfim, o homem ja era dela e os olhos não mentiam, tanto que o olhar dele ficou angustiado, porque ela sabia, no ímtimo, que ela já tinha o que disse que queria. O gaúcho gostava de uma briga viu? brigou até consigo mesmo, até se render e relaxar para a felicidade...
BECA KARUE
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